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FONTE: RPA 

Juntos há 34 anos, casal gay enfrenta o preconceito e prova que “não é apenas uma fase”

Quem imaginaria que numa parada de ônibus estaria o grande amor da sua vida? Pois, bem. Foi exatamente nesse cenário, há 34 anos, que a história de amor de João Martins e Geraldo Filho, ambos 60 anos de idade, teve início! Marcaram de assistir ao filme ‘De Volta Para o Futuro’ e nunca mais se desgrudaram!
FONTE: DIARINHO

Criar uma rede de proteção para o público LGBTI+, este é o intuito do “Nohs Somos”, desenvolvido por uma startup de Florianópolis e voltada ao empreendedorismo de impacto social. A ferramenta faz um mapeamento de estabelecimentos comerciais como bares e baladas, avaliando se o local é seguro para o público LGTBi.

A base de dados é alimentada por usuários cadastrados, dando notas para o local. Cada “embaixador” receberá um determinado número de convites, sempre entregues para pessoas que façam parte da comunidade LGBT+. Cada usuário deverá se cadastrar com seus dados, incluindo o CPF. O projeto irá monitorar em um primeiro momento regiões da grande Florianópolis e se estenderá por outras regiões catarinense.



FONTE: VEJA

Olívia, agora com 5 anos, chegou a ser devolvida por pais adotivos

Olívia, em tese, estava no momento na vida em que as chances de ser adotada poderiam ser boas: era uma recém-nascida. Mas a menina argentina foi rejeitada dez vezes por ser portadora do vírus HIV, que contraiu quando ainda estava na barriga da mãe biológica. A criança chegou a ser levada para a casa de pais adotivos algumas vezes, mas ao descobrirem sua condição, eles a devolviam para o orfanato.



FONTE: G1

Mesmo podendo ter algumas lembranças dolorosas do passado, o contexto em que a menina vive hoje, acolhida por novos pais, faz com que traços já vividos se dissipem para dar lugar à nova realidade.

Quem vê a Gabriela, de nove anos, vaidosa, com laço no cabelo, unhas pintadas de rosa e gloss nos lábios não imagina que há pouco mais de dois anos vivia próximo a uma boca de fumo, no Beco do Candeeiro, em Cuiabá, em um ambiente totalmente insalubre, perigoso e exposta a todos os tipos de riscos. A avó materna a entregou para adoção no ano passado por não querer para a neta o mesmo destino da filha, do genro e dos outros dois netos: envolvimento com drogas, violência, abandono e experiências traumáticas.

FONTE: DOURADOS AGORA 

Os 27 tribunais estaduais brasileiros operam desde o dia 12 de outubro com o novo Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA).

Lançada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em agosto deste ano, a plataforma possui um inédito sistema de alertas, com o qual os juízes e as corregedorias podem acompanhar todos os prazos referentes às crianças e adolescentes acolhidos e em processo de adoção, bem como de pretendentes.


FONTE: OBSERVATÓRIO G

“A fé deve ser o norte na vida das pessoas. Não se deve estar nas igrejas para julgar, este papel é só de Deus”. É assim que define suas crenças, o administrador gay Fagner Moreira, de 24 anos, católico praticante.

Por muitos anos a sexualidade sempre foi tratada nas religiões cristãs de forma conservadora. Isso porque, de acordo com as regras passada pela bíblia, “deitar-se na mesma cama que uma pessoa do mesmo sexo é considerado pecado”.

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Viver amor na família

O amor que nos une, nos torna uma família.

FAMÍLIA
Lei nº 12.010 de 2009 - Artigo 25 : "Entende-se por família extensa ou ampliada aquela que se estende para além da unidade pais e filhos ou da unidade do casal, formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade." (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

“Na estação da vida fomos atraídos pelo vagão do destino que nos levou para uma maravilhosa viagem de encontro ao amor.”